Shell planeja investir US $ 10 bilhões em Produção para águas profundas no Brasil

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Shell planeja investir US $ 10 bilhões em Produção para águas profundas no Brasil

A Shell planeja continuar investindo fortemente no Brasil como parte de uma tentativa de dobrar sua produção global de águas profundas no início 2020. A Shell planeja investir US $ 10 bilhões nos próximos cinco anos, disse Wael Sawan, vice-presidente executivo de águas profundas da empresa, em entrevista nesta semana.

Isso resultaria em mais de US $ 30 bilhões em capital que a empresa diz ter implantado no Brasil, onde opera 5.500 estações de energia e adquiriu um grande número de ativos de petróleo e gás no início deste ano por meio de sua aquisição de BG Group PLC.

“Somos de longe o maior investidor estrangeiro”, disse Sawan. “Todos os anos vamos investir cerca de US $ 2 bilhões.”

As empresas de petróleo estrangeiras têm olhado o Brasil com renovado interesse nos últimos meses apos o impeachment da presidente Dilma Rousseff abriu a porta para uma administração amplamente visto como mais amigável para os investidores. O novo presidente, Michel Temer, está ajustando a legislação que visa incentivar o investimento no setor de petróleo como parte de um esforço mais amplo para tirar o Brasil de sua pior recessão em pelo menos um século.

A Shell realizou uma série de apresentações de investidores no Brasil nesta semana. O Chefe do Executivo, Ben van Beurden, se reuniu com o Sr. Temer em Brasília na semana passada.

“Continuamos a ser encorajados pelo que ouvimos, a nível governamental, a nível ministerial, o que lemos na imprensa, o que temos nas nossas reuniões com funcionários do governo”, disse Sawan. “A visão fundamental de que o investimento estrangeiro é bom para o país e, especificamente, para o setor de petróleo e gás … nos dá confiança de que somos bem-vindos aqui”.

A aquisição da Shell da BG, de aproximadamente US $ 50 bilhões. Sawan disse que esses e outros ativos no Brasil devem produzir 400 mil barris de petróleo por dia nos próximos anos, representando uma grande parte dos 900 mil barris por dia de petróleo que a Shell pretende produzir em águas profundas a partir de 2020.

Saída de águas profundas no ano passado Foi de 450 mil barris. Os executivos da empresa dizem que a presença da Shell há 103 anos no Brasil torna-os confortáveis ​​com o ambiente de investimento, que é freqüentemente desafiador.

A Shell foi uma das poucas empresas petrolíferas estrangeiras a licitar um enorme depósito de petróleo offshore chamado Libra que o Brasil leiloou em 2013, conquistando uma participação de 20%. Esse leilão atraiu relativamente pouco interesse de empresas privadas por causa das regras que obrigam a Petrobras a operar o campo petrolífero. O Congresso do Brasil votou em outubro para diminuir as restrições ao investimento estrangeiro em campos petrolíferos, conhecidos como pré-sal.


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